92 anos de força: Tratamentos avançados e minimamente invasivos para fratura vertebral
A paciente idosa dos doutores Alan Robert e Renato Bastos sofreu uma queda da própria altura e recuperou a qualidade de vida com a cirurgia de Vertebroplastia e Cifoplastia.
Paciente, 92, há cerca de cinco meses perdeu o equilíbrio e caiu no mesmo nível, o que resultou em fratura vertebral de L1.
Atendida no ambulatório da Orto Center, a paciente, relatou aos médicos, que sentia dor lombar intensa, progressiva e resistente ao tratamento conservador, tais como: analgésicos, anti-inflamatórios e Fisioterapia.
Exames de imagem
Para um diagnóstico mais preciso, os doutores, Alan Robert e Renato Bastos, solicitaram a paciente:
Radiografias que evidenciaram fratura osteoporótica do corpo vertebral de L1 com redução significativa da altura vertebral, determinando instabilidade na transição toracolombar (área de junção entre o final da coluna torácica e o início da lombar, geralmente em torno de T12 e L1).
Ressonância Magnética que demonstrou edema ósseo no corpo vertebral de L1, caracterizando fratura ativa e elegível.
“Diante da correlação clínico-radiológica significativa, a indicação para a paciente foi do tratamento cirurgico”.
Indicação: Vertebroplastia e Cifoplastia percutâneas
Procedimentos minimamente invasivos usados para tratar fraturas vertebrais dolorosas. Envolvem a injeção de cimento ósseo (PMMA) na vértebra para estabilizar a fratura.
A Cifoplastia, utiliza um balão ortopédico para restaurar a altura da vértebra antes do cimento, enquanto a Vertebroplastia injeta o cimento diretamente no corpo.
Vale lembrar, que ambos os procedimentos oferecem alívio rápido da dor e recuperação funcional.
Ato cirúrgico em 01.04, às 12h, sob controle radioscópico contínuo.
A radioscopia contínua ou fluoroscopia é um método de aquisição de imagem radiológica que fornece visualização em tempo real de estruturas internas do corpo.
O método funciona como um "vídeo" ou filme dinâmico, ao contrário das imagens estáticas de uma radiografia convencional.
“Fizemos o acesso transpedicular bilateral em L1 uma técnica cirúrgica utilizada na coluna vertebral, especificamente na primeira vértebra lombar (L1) com distribuição adequada do cimento ósseo no interior do corpo vertebral”, concluem.
Pós-operatório
Devido ao aumento de rigidez da vértebra tratada e o risco de fraturas nas vértebras adjacentes, os cirurgiões, orientaram a paciente:
“Usar o colete tipo Putti um dispositivo ortopédico elástico com talas metálicas, projetado para estabilizar e limitar os movimentos da coluna lombar e torácica e aliviar as dores”.
Equipe: Alan Robert e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos especialistas em coluna); Cláudia Vieira Ramos (anestesiologista) e Marisa Brandão (instrumentadora cirúrgica).
Os cirurgiões da Orto Center especialistas em coluna com tecnologia e expertise ajudam a recuperar a qualidade de vida de pacientes idosos com fraturas vertebrais. Agende uma consulta.
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Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Orto Center

